Estamos atravesando um processo de avanço ciêntifico e tecnologico capaz de realizar o que parecia ser impossivel há anos atrás , mas, suas realizações mostram-se cada vez menos estarem voltadas para amenizar angustias e sofrimentos da vida do homem, indo contra seus verdadeiros principios.
Torna-se necessário analisar a finalidade do trabalho ciêntifico, examinar a fundo questões como porque ensinar matemática e como fazer com que essa matemática ensinada tenha uma influência mais direta na qualidade de vida do homem, obrigando assim a delimitar uma filosofia que resulte mais imediatamente nesse beneficio.
Por existirem diferenças entre os povos, uma solução aplicavél a todos eles, torna-se quase impossível. Deve-se assim atacar a estrutura de todo o ensino, dando uma abertura para que aja o desenvolvimento de habilidades em que o aluno consiga lidar com situações reais.
Uma alternativa para que isso possa vir a se desenvolver na nossa ciência matemática, seria um ensino integrado, que substituiria esse ensino 'tradicional' por uma ciência com um conceito não absoluto de rigor.
O desenvolvimento matemático tem uma grande coincidência com os conhecimentos acumulados em diversas culturas. Dessa forma permite analises críticas referente ao que ela representa para a ciência e bem-estar do ser humano.
O fortalecimento das várias áreas de pesquisa matemática tem considerável porção de investimentos e fundos governamentais. Como se orienta essas pesquisas cientificas é um ponto importante, pois isso decide, se trará grandes benefícios ou não. A formação do cientista deveria dar ênfase ao desenvolvimento de atitudes, onde ele consiga desenvolver seu lado criativo, e consiga atingir seu problema.
A estrutura tradicional do ensino e pesquisa que presenciamos, na melhor das hipóteses, nos permitirá apenas nos beneficiar como usuários desses progressos que o futuro próximo nos reserva.
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